Um piquenique à beira de um vulcão. (Valor Econômico – 21/09/2018)

Um piquenique à beira de um vulcão. (Valor Econômico – 21/09/2018)

Argentina e Turquia foram os países emergentes que mais sofreram nos últimos doze meses após o início do processo de normalização monetária nos EUA. Os Presidentes Erdogan e  Macri não conseguiram evitar a forte deterioração em suas taxas de câmbio e de CDS devido às fragilidades fiscais e do setor externo dos respectivos países. O Brasil, mesmo protegido por um déficit de transações correntes relativamente baixo e reservas internacionais altas, viu o Real desvalorizar 25% em 2018 e sua taxa de CDS saltar 100 pontos-base.

Mais estranho tem sido o recente comportamento do mercado brasileiro, de um otimismo e queda de volatilidade generalizados, diante do encaminhamento da definição do segundo turno entre os candidatos Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Diante da perigosa situação fiscal brasileira, onde estariam as razões para tal comportamento perante às opções apresentadas? Estariam os investidores brasileiros em meio a um piquenique à beira de um vulcão?

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